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As dificuldades da luta anticapitalista e a tendência à capitulação pela esquerda

Neste artigo, o camarada Euler Conrado discute sobre a luta estratégica pela sociedade sem classes, propondo que seja pensada e perseguida num duplo registro: o da abolição das relações sociais centradas na produção do valor, sob a mediação do Estado, e o do plano internacional da luta de classes, sob a visão de um novo internacionalismo.

. Después de dos semanas de conteo y reconteo de votos de la primera vuelta, el Consejo Nacional Electoral del Ecuador (CNE) acaba de presentar los resultados finales. Para la Presidencia de la República se confirma que el primer lugar es para Andrés Arauz (32,7%), de la alianza UNES, cuyo núcleo es la denominada coloquialmente Revolución Ciudadana (RC), el movimiento político liderado por

. Leia aqui.

Tive um pai…

Tive um pai que, quando contra ele me rebelava, sempre dizia: “eu devia ter deixado você ir para o exército. Lá você tomaria jeito de homem disciplinado para honrar o meu nome. Leia aqui.

“O Que se Oculta na Decisão de Fachin”

No dia de 15 de fevereiro de 2021, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin reagiu à revelação de que o tuíte do General Eduardo Villas Bôas,. Leia aqui.

China: Auto-organização dos trabalhadores durante a pandemia

Este artigo, de autoria coletiva, apareceu no blog de esquerda da China continental 工人 自习 室 (Worker Study Room) em maio deste ano e relata as formas de solidariedade e luta de classe dos proletários chineses nos primeiros meses da pandemia. Leia aqui.

O movimento do auxílio emergencial

Neste artigo, o Victor Hugo Viegas Silva descreve e analisa as formas de ajuda mútua, solidariedade e luta dos trabalhadores beneficiários do auxílio emergencial, apresentando-as como lutas de classe.

A pandemia da classe trabalhadora nos EUA

Publicamos aqui um artigo de Robert Ovetz sobre as greves selvagens e as experiências de auto-organização dos trabalhadores estadunidenses nas primeiras semanas da pandemia da covid-19.

Quem somos, o que queremos

Vivemos em um mundo arcaico, ainda que moderno. Um mundo existente e com uma aparente vitalidade em seus movimentos e inovações, mas morto. Um sistema marcado pelo retorno a formas primitivas de exploração. Uma restauração das formas cruéis de relação entre o capital e o trabalho. Um sistema que devasta o planeta em que vivemos, uma ameaça real e imensa à possibilidade de sobrevivência de diversas espécies; dentre elas, a nossa.

O movimento do capital é entre o novo e o arcaico. Uma permanente tentativa de vivificação do cadáver capitalista, com formas agressivas nas relações assalariadas e nas agressivas formas militares e estatais. São visíveis os mecanismos de vigilância pessoal e de controle social.

O sistema retornou e mudou para o domínio de grandes corporações que controlam a esmagadora maioria da imprensa e da informação, os parlamentos, os judiciários, as polícias, as forças armadas e os sistemas estatais e governamentais.

O domínio financeiro e produtivo das corporações estabelece mecanismos acelerados de acumulação, concentração e centralização de capital. Isso implica o duplo mecanismo de destruição em massa de parte das unidades produtivas e comerciais independentes e de subordinação de outra parte como estruturas subordinadas e fornecedoras de lucros máximos aos controladores.

Correspondendo à economia política real a teoria da Economia construiu esquemas e modelos teóricos para explicar a superioridade desse novo estágio do capitalismo, moldando o pensamento coletivo a ideias universais, mas que nada possuem de universal, são meras expressões de interesses específicos dos setores que dominam o modo de produção capitalista hoje.

Opondo-se a esses mecanismos brutais temos a luta de setores sociais em todo o mundo contra a dominação em larga escala, a exploração acelerada, a destruição da natureza, o genocídio de diversos povos, a violência privada e estatal, as opressões sexual, raciais, religiosa e cultural. Tais resistências lutam contra inimigos próximos, porém movidos de longe, sem que o centro controlador e dirigente do domínio capitalista seja visto, compreendido e muito menos alcançado.

É urgente a necessidade de compreender e desmascarar as conexões de mecanismos globais, nacionais e locais. Só a capacidade de desvelar os vínculos entre setores financeiros e corporativos e suas ações específicas poderá permitir a união contra seus ditames. A possibilidade de superarmos o sistema de exploração e destruição capitalista depende de análise e interpretação da realidade. É para isso que pretendemos contribuir com a construção desse espaço coletivo de discussões e reflexões contra o capitalismo: A Comuna.